Verticais
WEG apresenta no Vertical Meeting ACATE sua atuação na Indústria 4.0
sexta-feira, 2. março 2018 - 9:44

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A WEG, uma das principais indústrias catarinenses e referência global nos seus segmentos de atuação, foi o principal destaque de mais uma edição do evento mensal do programa de Verticais de Negócios da ACATE, o Vertical Meeting. O encontro, que recebeu mais de 80 participantes, foi promovido pela Vertical Manufatura nesta quinta, 1º de março. A exposição sobre como a multinacional tem se alinhado aos conceitos de Indústria 4.0 e de manufatura avançada foi feita pelo gerente de pesquisa e desenvolvimento da empresa, Sebastião Nau.

A empresa tem estudado o tema há alguns anos e neste ano acaba de criar estruturas internas para dar suporte e ampliar a adoção dos seus conceitos, por meio de um comitê, um grupo de trabalho diretamente ligado ao tema e outro para relacionamento com startups, sempre com todas as unidades de negócios da WEG participando ativamente. 

O conceito

O executivo apresentou o histórico e os conceitos mais comuns ligados ao tema. Segundo ele, o conceito Indústria 4.0 surgiu na Alemanha, como um programa criado pelo governo para promover a automatização da manufatura e assim, aumentar a produtividade das indústrias alemãs. Foi inicialmente adotado pela industria automobilística, que representa entre 25 a 30% da indústria alemã, e depois se expandiu para outras verticais. Apresentado na Feira de Hannover de 2011 e consolidado na de 2013, nos Estados Unidos o termo mais usado é o de manufatura avançada.

Entre os principais conceitos e tecnologias que norteiam a indústria 4.0 estão os robôs autônomos, simulações virtuais, integração produtiva horizontal e vertical, internet industrial das coisas, cibersegurança, computação na nuvem, realidade aumentada, big data e analytics, entre outros. 

Tecnologias em destaque

Na WEG, entre as tecnologias que a empresa tem pesquisado e buscado adotar está a simulação no desenvolvimento de protótipos de novos produtos, peças e equipamentos, antes de dar forma física. Um dos exemplos está nas evoluções dos produtos por análises de ferramentas computacionais, como análise eletromagnética. Por meio de simulação da integração de diversas físicas, permite que entenda, por exemplo, os impactos sonoros que um equipamento pode ter. Depois de simulados, por meio de manufatura aditiva, a empresa desenvolve prototipagem rápidas com impressora 3D.

O big data e analytics também são outra frente utilizada pela WEG, ao adotar a inteligência cognitiva no desenvolvimento de projetos de novos motores elétricos: mapeiam as informações, agrupam por características e determinam os projetos elegíveis por ordem de custo. Alinhado ao conceito de internet das coisas, também destacado na Indústria 4.0, a empresa adotou sensores para monitoramento dos motores elétricos que mede vibração e temperatura dos equipamentos. 

Inovação com startups

Nau também destacou que a WEG tem buscado ampliar a adoção de várias destas tecnologias da indústria 4.0, inclusive com o apoio de aquisições e parcerias com startups e projetos de inovação aberta. A empresa acabou de aderir como uma das âncoras do Link Lab, programa de inovação aberta da ACATE que busca aproximar startups de grandes empresas. Entre os objetivos da participação da indústria no Link Lab está o de introduzir novas tecnologia nos processos produtivos da empresa. As inscrições para a próxima turma de startups estão abertas em http://linklab.acate.com.br.

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